Normas para Elaboração de Originais

Instruções gerais

A apresentação formal dos originais deve ser adequada, com revisão criteriosa de redação, sendo observados todos os elementos constituintes obrigatórios descritos no item “Normas para Elaboração de Originais”, abaixo, assim como os elementos opcionais escolhidos pelo autor.

 

Artigos de coletânea de diversos autores devem sofrer padronização formal dos artigos, cabendo ao organizador, como responsável pela obra, esta tarefa, antes de sua submissão à seleção.

 

Normas para elaboração dos originais

 

Componentes obrigatórios e opcionais

Na apresentação dos originais, a obra já deve estar completa, com todos os componentes obrigatórios descritos neste guia, bem como os opcionais escolhidos pelo autor/organizador.

 

Componentes obrigatórios:

Apresentação;

Sumário;

Dados do(s) autor(es): duas a

quatro linhas para cada autor;

Texto (contínuo ou em capítulos);

Referências bibliográficas;

Texto para as orelhas (entre 1.200 e 1.600 caracteres);

Texto para a quarta capa (resumo da obra, 400 a 600 caracteres).

 

Componentes opcionais:

Dedicatória;

Agradecimentos;

Epígrafe;

Prefácio;

Introdução;

Apêndices;

Anexos;

Glossário;

Índice remissivo.

 

 

Padronização

Os originais devem ser elaborados de acordo com as seguintes orientações de padronização:

 

1. O texto deve ser digitado em editor de texto com extensão “.doc”, fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinha simples.

 

2. Folha tamanho A4, com 3cm em todas as margens (superior, inferior, direita e esquerda) .

 

3 O texto deve ter passado por uma revisão linguística minuciosa, devendo-se atentar para a sua estrutura frasal lógica, coesão, coerência, objetividade e clareza. A revisão também se aplica às figuras, tabelas e quadros.

 

4 Os títulos e subtítulos devem ser claramente identificados e hierarquizados.

 

5 Os capítulos (se for o caso) devem ser identificados, e o(s) autor(es) citado(s).

 

6 As ilustrações (figuras, gráficos) e outros componentes gráficos (quadros, tabelas) devem ser inseridos no local correspondente, em meio ao texto. Esses componentes devem ser acompanhados de legendas autoexplicativas, constando o título, notas adicionais (quando necessárias) e a indicação da autoria.

 

7 As tabelas e quadros devem ser elaborados segundo os exemplos a seguir:

 

Quadros são “apresentações de tipo tabular que não empregam dados numéricos e/ou estatísticos”.

Tabelas serão consideradas como “representações que encerram dados numéricos e/ou estatísticos”.

 

 

Os quadros e tabelas devem apresentar uma numeração própria e sequencial no decorrer de cada capítulo, quando a obra for organizada; e sequencial em livro de autoria.

 

8 Para apresentação de figuras, devem ser seguidas as mesmas normas sugeridas no item 7. As figuras devem ser citadas no texto antes do seu local correspondente. Para isso, utiliza-se a palavra figura, acompanhada de seu número de ordem.

 

9 Nas notas de pé de tabelas, quadros e figuras, bem como em citações com mais de três linhas, em notas de rodapé e nas referências, o corpo do texto deve ser 10.

 

10 O autor deve indicar todas as fontes de citações e imagens, além de ter autorização legal de uso para cada ilustração utilizada.

 

Observação:

- A obtenção de autorização para uso de figuras, imagens, gráficos ou outro componente gráfico é de total responsabilidade do autor/organizador.

 

11 Notas adicionais em tabelas e quadros devem ser assinaladas com letras (a, b, c etc.) em sobrescrito, com as chamadas correspondentes no rodapé.

 

12 Os originais das figuras (desenhos, mapas e fotografias) devem acompanhar os originais do texto por ocasião do encaminhamento à Editora. Fotografias digitalizadas devem ser escaneadas em 300 dpi (CMYK), com a cor original e salvas com a extensão TIFF; se forem em preto e branco, devem ser escaneadas em 300 dpi, em tons de cinza. Se for usada máquina digital, deve-se utilizar o mesmo procedimento com relação à dpi e à extensão. Se o texto exigir desenhos à mão, estes devem ser feitos a nanquim ou de modo que apresentem definição adequada.

 

13 A intenção de publicar imagens coloridas deve ser explicitada pelo autor na ficha de inscrição, em campo específico. Cabe a Editora e ao Conselho avaliar a relevância do uso de figuras coloridas na obra.

 

14 Deve haver uniformização do uso de grifo (negrito) ou itálico em toda a extensão da obra. O itálico deve ser usado em expressões de língua estrangeira, títulos de periódicos e livros, nomes científicos de espécies animais e vegetais e em depoimentos. O grifo (negrito) deve ser utilizado apenas quando houver necessidade de dar ênfase a palavras ou letras do texto, de acordo com as convenções adotadas em cada área de conhecimento.

 

15 Quanto à normalização de notas, citações e referências, deve-se optar entre as normas de referências conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

.

16 Fórmulas matemáticas e químicas: dentre vários aspectos a serem observados, destacam-se os seguintes:

 

a) Quando ocorrerem no meio do texto, na sequência normal das frases, deve haver o entrelinhamento suficiente para comportar a sua grafia; se isoladas, um espaço superior e outro inferior equivalentes a 1 cm;

 

b) Quando transportadas para a página seguinte (procedimento a ser evitado), devem ser precedidas de uma linha de texto ou de explicação do tipo “ou seja”, “no entanto” etc.;

 

c) Se necessário, a divisão das fórmulas em duas linhas ou mais só pode ocorrer em locais em que haja sinais como + (mais), - (menos), = (igual) etc., devendo o sinal ser colocado apenas no início da linha seguinte;

 

d) As remissivas de notas no interior das fórmulas são feitas por meio de asteriscos.

 

17 Se o texto apresentar exercícios, estes devem conter as respostas.

 

18 As notas de rodapé prestam esclarecimentos e tecem considerações que não devem ser incluídas no texto, não interrompendo, assim, a sequência da leitura. Podem ser apresentadas no rodapé e/ou no final do texto de capítulo ou seção. As notas devem ser numeradas sequencialmente em algarismos arábicos dentro de cada capítulo e vir na mesma página em que foram chamadas.

 

19 O projeto gráfico da capa e do miolo dos livros são prerrogativas da Editora. No início do processo de editoração, o autor/organizador poderá apresentar ilustrações adequadas ao conteúdo como “sugestão” para a composição da capa, cabendo, todavia, à Editora a decisão final. Casos excepcionais serão avaliados pelo Conselho Editoral e/ou pelo setor responsável da Editora